O
Santo Padre, Papa Francisco, lançou nesta última semana, a sua EncíclicaLaudato Si, sobre a Ecologia. Antes de quaisquer considerações sobre a referida
encíclica, desejo declarar meu amor ao Sucessor de Pedro e dizer que por ele,
daria de bom grado minha vida.
Aqui,
antes de considerações, que não me julgo em estatura intelectual, tampouco
espiritual, para tecer quaisquer tipos de tentativa de refutação, limito-me
somente a perguntar, mais na ânsia de tentar entender as motivações do Santo
Padre e o que ele realmente pretende para a Igreja, do que no desejo atávico de
criar querelas teológicas, querelas estas que não tenho cacife para bancar.
Pergunto-me:
Santo
Padre, com Cristãos – católicos, protestantes, coptas – sendo decapitados, incendiados,
explodidos, esquartejados, fuzilados e apedrejados até a morte no Oriente
Médio, sob o terror islâmico, porquê ganhamos uma Encíclica sobre Ecologia?
Santo
Padre, nós temos contemplado atônitos o reviver dos regimes totalitários, como
a Coréia do Norte, Venezuela, Cuba e Rússia, e diante disso, lhe pergunto: por que fomos agraciados com uma Encíclica sobre Eologia?
Santo
Padre, Com a moralidade no mundo atingindo níveis subterrâneos, por quê
brindou-nos com uma Encíclica sobre Ecologia?
Santo
Padre, temos sido entrincheirados pelas hordas dos que estão sob a égide da
cultura de morte, a saber, casamento gay, aborto, ideologia de Gênero e
afins... porquê optou como prioridade, por uma Encíclica cujo o tema é
Ecologia?
Santo
Padre, com a total descristianização da Europa, a ponto da França, aquela que
outrora era tida como a “Nova Atenas”, por ser centro mundial do pensamento
Cristão, ser tomada por uma avalanche islâmica e ter suas igrejas e catedrais
esvaziadas, por que cargas d’água presenteia-nos com uma Encíclica sobre
Ecologia?
Ora Santidade,
sabendo que a Nova Ordem Mundial utiliza-se do estratagema da psicose
ambientalista, porquê de uma Encíclica sobre Ecologia?
Santidade,
porque dar-se o trabalho, exaustivo certamente, de redigir um documento, cujo
teor aproxima-se perigosamente do expresso pelos teólogos propugnadores da
diversas vezes condenada “Teologia da libertação”?
As manifestações pelo
mundo com ares de solidariedade pelas vítimas lamentáveis do triste e macabro
ato terrorista por parte de Islâmicos à sede da revista Charlie Hebdo, que
construira sua fama em cima de charges blasfêmas contra as grandes religiões, e
que por causa disso, havia angariado uma legião de inimigos extremistas
Islâmicos, parecem notabilizar o sono profundo e nebuloso no qual está submerso
boa parte do mundo.
Do que adianta - diga-se,
sorridentes - darem os braços os líderes de grandes nações, juntamente com o
Socialista, Presidente francês François Hollande, e marcharem clamando pelo fim
do terrorismo, e escancarar as portas de uma nação para avalanche de entrada de
Islâmicos, que são altamente anti-nacionalistas, e cujo único intento é demolir
por completo a civilização Ocidental? Poderão alegar que há o Islã pacifico e
que associar genericamente o Islã ao terrorismo internacional é temerário,
porém, não houve nenhuma manifestação concreta das grandes organizações Islâmicas, ditas pacíficas,
com o intuito de frear a barbárie maometana pelo mundo, e quem sabe, limpar um
pouquinho o nome do Islã. Além do mais, o dito "Islã pacífico" nada
mais é do que um desvio considerável daquilo que é objeto da pregação do
verdadeiro Islã desde o século VII, com a pregação de Maomé; o famoso
"Converta-se ou morra". Henri Daniel Rops, relata em sua colossal
obra de história da Igreja, "A Igreja dos Tempos Bárbaros", que o
Califa Omar, segundo em sucessão após a morte de Maomé, dizia que os filhos do
Islã, haveriam de trucidar os filhos da Igreja.
Peremptoriamente não
apoio o terrorismo; definitivamente não quero que pessoas sejam explodidas ou
decapitadas, ações essas, que são corriqueiras no modus operandi do Islã há séculos. Em contrapartida, creio que a
liberdade de expressão dos cartunistas excedia todos os limites da tolerância e
do bom senso. Eram responsáveis pela publicação de charges realmente
ultrajantes e execráveis!
Como sempre, ponho-me à
contra-corrente das opiniões do grande público, e digo: não sou Charlie Hebdo!
A “liberdade de
expressão”, se não houver limites, inevitavelmente corroborará a mais que
condenável atitude dos radicais islâmicos frente às piadas e charges feitas com
o nome de Maomé, pois podem os islâmicos, seguindo esta lógica absurda, alegar
que matar decapitando, explodindo e fuzilando, é a manifestação mais autêntica da
liberdade de expressão de seu povo. Se não houver limites na tal “liberdade de
expressão”, nenhuma forma de expressão é condenável, inclusive as mais violentas.
Expressar-se, seja filosófica, religiosa ou politicamente, deve respeitar as
normas do bom senso e da busca da verdade. Discordar e de forma racional,
divergir de opiniões, é o pilar de uma democracia, e muito salutar para que uma
sociedade seja sadia, porém, quando o escárnio ilimitado assume o lugar da
simples divergência de opiniões, a resposta que se pode esperar é uma resposta
proporcional à ofensa cometida. De forma alguma justifico os ato abomináveis
dos Islâmicos, porém, também não comungo de todo esse amor pelos cartunistas,
pois estes, sabiam exatamente que seus aviltantes trabalhos os colocavam como
inimigos do Islã. Transferindo para a realidade brasileira, é como se alguém
fizesse algo que insultasse diretamente a mãe do Traficante Fernandinho Beira-mar. O que
esse alguém poderia esperar além de uma reação que culminasse com a sua morte?
Creio firmemente que o
Islã é inspirado pelo demônio, condeno abertamente seus atos e rezo para que
estas pessoas encontrem descanso eterno, e que Deus se apiede de suas almas,
mas que procuraram sarna para se coçar, ah, procuraram.
Na Aula ao Vivo dessa semana, Padre Paulo Ricardo continuou o estudo
sistemático do documento "Nova Estratégia Mundial do Aborto", publicado
pela Comissão em Defesa da Vida da CNBB Regional Sul-1, iniciado na aula
passada. Estudar esse documento com toda atenção é o primeiro passo
para combater o projeto infame de implantação da Cultura da Morte em
nosso país e depois no mundo todo.
Padre Paulo Ricardo apresentou, no dia 28 de agosto, em primeira mão, o documento intitulado "A Nova Estratégia Mundial do Aborto".
Este documento informa, de forma sistemática, todos as ações dos governos da América Latina, combinados com as grandes fundações internacionais para implantar a Cultura da Morte. Nesta aula, Padre Paulo apresenta o documento e fala sobre estas ações. O documento está disponível no site para estudo e divulgação.
Ajude-nos a divulgar esta aula. Convide seus amigos, utilize suas redes sociais. Precisamos nos mobilizar para impedir que essa catástrofe se abata sobre o nosso continente.
Clique aqui para baixar o documento "A nova estratégia mundial do aborto". Documento de autoria da Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul-1 da CNBB
A Nova Ordem Mundial está sendo implantada rapidamente em nossa sociedade. O projeto que culminará em um governo mundial será alicerçado em uma religião sem dogmas, "ao gosto do freguês". Por isso, a maior luta travada nesse momento é a descontrução (=destruição) dos valores judaico-cristãos, mais especificamente da Igreja Católica Apóstolica Romana e de tudo que ela traz em seu bojo (vida, família, valores éticos, morais etc.). Para saber mais, assista a aula.
Livro "Poder Global e Religião Universal"
Autor: Juan Claudio Sanahuja Descrição: A crise da Igreja é grave. Tenho a impressão de que não se esconde de ninguém que o cataclismo social – que afeta o respeito à vida humana e à família – tem essa triste situação como causa. Michel Schooyans afirma, sem nenhuma dúvida, que a Nova Ordem Mundial, "do ponto de vista cristão, é o maior perigo que ameaça a Igreja desde a crise ariana do século IV", quando, nas palavras atribuídas a São Jerônimo, "o mundo dormiu cristão e, com um gemido, acordou ariano". (...) Soma-se à atitude vacilante de muitos católicos a ditadura do oliticamente correto, muito mais sutil que as anteriores e que reivindica a cumplicidade da religião, uma religião que por sua vez não pode intervir nem na forma de conduta nem no modo de pensar. A nova ditadura corrompe e envenena as consciências individuais e falsifica quase todas as esferas da existência humana. A sociedade e o estado excluíram Deus, e "onde Deus é excluído, a lei da organização criminal toma seu lugar, não importa se de forma descarada ou sutil. Isto começa a tornarse evidente ali onde a eliminação organizada de pessoas inocentes – ainda não nascidas – se reveste de uma aparência de direito, por ter a seu favor a proteção do interesse da maioria". Adquira o livro através da Editora Ecclesiae: http://www.ecclesiae.com.br/Poder-Global-e-Religiao-Universal fonte: padrepauloricardo.org PAX CHRISTI Diogo Pitta
Nos debates ocorridos entre os candidatos à Presidência da República,
nas últimas eleições, o tema que se destacou foi a descriminalização do aborto. Deve estar bastante viva
na memória de cada brasileiro, cristão ou não, o que a então candidata, Dilma
Rousseff, declarou em 16 de outubro de 2010: sou pessoalmente contra o
aborto e defendo a manutenção da legislação atual . Essa fala ocorreu
porque, segundo ela, estava sendo vítima de uma “sórdida campanha de
difamação”, uma vez que estava sendo questionada acerca de seu posicionamento a
favor do aborto, tratando-o como caso de saúde pública.
Certamente todos se recordam.
E possível que ela realmente tenha mudado de opinião e que tenha se
tornado contrária à legalização do aborto. Contudo, a verdade é que o governo
não precisa realmente mudar a legislação atual para que o aborto venha a ser
implantado no país. Isso pode acontecer facilmente por meio do ativismo
judicial e a implantação das normas técnicas do executivo.
Lenta e gradualmente, o Brasil está sendo vítima de um golpe de estado de veludo, caminhando rumo a uma
ditadura, pois o governo atual está solenemente desprezando o Congresso
Nacional. Ele não precisa daquela casa de leis quando
tem ao seu lado o Supremo Tribunal Federal. O ponto mais alto
do Judiciário agora decide quem é ser humano e quem não é, agora decide quem é
que pode e quem é que não pode ser abortado, ou seja, os maiores juízes do Brasil, inexoravelmente, tomam para si aquilo
que na verdade compete ao Legislativo, interpretando, aplicando, e pior,
confeccionando novas leis, em suma, praticando o ativismo judicial.
Como no caso recente dos anencéfalos, quando o STF decidiu que não é crime
abortá-los, contrariando a legislação vigente de que o aborto é um crime, mas
que em certos casos a pena desse crime não é aplicada. Contudo, o aborto não
deixa de ser crime.
Não bastasse este ativismo judicial, o governo atual está se utilizando
do expediente da implantação das normas técnicas do Executivo. No dia 06 de
junho de 2012, o Secretário de Atenção à Saúde, o Sr. Helvécio Magalhães, afirmou em entrevista à Folha de São Paulo que o Sistema Único de
Saúde passará a acolher mulheres que desejam fazer o aborto e a orientá-las
sobre como proceder corretamente, pois o crime é “fazer” o aborto, mas prestar
informações não. Percebam o absurdo da situação: a mulher que
desejar abortar será orientada pelo Governo a adquirir remédios abortivos nas
farmácias e quando chegar a hora será submetida à curetagem e sucção por algum
Hospital público. Trata-se de uma assistência pré e pós-aborto, o crime a
mulher praticará sozinha.
Se a Presidente Dilma Rousseff de fato quisesse manter a legislação
vigente acerca do aborto, como afirmou quando era candidata, ela não teria
outra alternativa que não executar a lei. Contudo, não é o que parece. Parece
que ela quer mesmo é driblar a lei, governar sem lei, por cima da lei. Estamos
diante de fatos de suma gravidade, pois o país está às vésperas de
assistir ao genocídio de milhares e milhares de crianças. E preciso reagir como
brasileiro.
O povo brasileiro é contra o aborto, e não só isso, as mulheres
brasileiras têm abortado cada vez menos. Em uma pesquisa realizada pela
Universidade de Brasília, no ano de 2010, descobriu-se que, de cada 02 abortos
provocados no Brasil, 01 precisa de internação médica.Estatisticamente, cerca de 100 mil mulheres no Brasil cometem
aborto. E um número muito diferente daquele propagado pelo governo que fala em
1.500.000 mulheres. E mais, nos últimos 04 anos o número de internações tem
diminuído em 12%.
Mas, qual é a intenção real por trás dessa ânsia do governo em aprovar e
incentivar o aborto apesar da vontade do povo ser outra? O que faz com que este
governo mascare números e passe por cima da legislação vigente?
Trata-se de atender uma agenda internacional, cujo cumprimento
converte-se em verbas. Grandes fundações, como a Ford e a Rockefeller,
financiam a implantação do aborto em inúmeros países, inclusive no Brasil.
O que é possível fazer para conscientizar as pessoas do perigo que está
rondando o país?
1.Divulgue para todos de sua lista e-mail esse vídeo explicativo. Toda a
sua rede de amigos deve ser mobilizada em favor desse movimento contra a
implantação do aborto no Brasil. Contatando a sua lista de endereços, indicando
esse vídeo no site padrepauloricardo.org todos encontrarão um extenso material
comprovando o que aqui foi dito e que deverá ser estudado para que se ter
subsídios, argumentos para informar e discutir.
2.Se você é cristão entre em contato com seu Bispo, com seu Pastor, com
seu líder religioso. Estamos juntos nesta batalha contra o aborto. Faça o
download do documento com todo o histórico dos fatos, imprima e informe os
superiores do que está acontecendo e peça um posicionamento.
3.Entre
em contato com o Congresso Nacional, escreva para o seu
Deputado, nos endereços abaixo mencionados fazendo duas solicitações:
a.Que detenha o Executivo na implantação
das normas técnicas que vão contra a legislação em vigor;
b.Que se posicione contra o ativismo
judicial e o informe de que você (eleitor) apóia os
Recursos nº 147/2012 e 148/2012 que visam deter justamente o ativismo judicial;
4.Entre
em contato com a Casa Civil e o Ministério da Saúde, mostrando o seu descontentamento para com o Executivo, explicando que
sabe o que está acontecendo e que quer que sejam tomadas as seguintes
providências, de forma urgente:
a.Que seja demitida imediatamente a Ministra da Secretaria de Política para
Mulheres , sra. Eleonora Menicucci, defensora confessa do
aborto;
b.Que seja demitido imediatamente o Secretário de Atenção à Saúde do
Ministério da Saúde, o Sr. Helvécio Magalhães;
c.Que o Governo cancele imediatamente os
convênios que o Ministério da Saúde tem com os grupos de estudos para a
implantação do aborto no Brasil.
Que Deus nos abençoe a todos nesta luta contra a praga do aborto que
insiste em assolar o nosso país, nossas famílias, nossa legislação e os poderes
que compõe a soberania dessa Nação.Vamos à luta!