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domingo, 4 de agosto de 2013

O Papa Francisco poderia declarar santo a Pio XII




VATICANO, 31 Jul. 13 / 03:25 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Francisco estaria considerando proclamar santo ao Papa Pio XII, o grande Pontífice que sentou as bases do Concílio Vaticano II e que salvou a 800 mil judeus da morte. O Santo Padre tomaria esta decisão de modo similar como fez com o Papa João XXIII, a quem vai canonizar sem a mediação de um milagre como normalmente se requer nos procedimentos da Igreja.
Uma fonte autorizada da Congregação para as Causas dos Santos no Vaticano, que pediu permanecer no anonimato, disse ao Grupo ACI em 25 de julho que "assim como o Papa Francisco decidiu a canonização de João XXIII, assim também está considerando fazer o mesmo com Pio XII".
Em 19 de dezembro de 2009 o então Papa Bento XVI aprovou o decreto das virtudes heroicas do Papa Pacelli, quer dizer o documento que demonstra que uma pessoa viveu a fé, a esperança e a caridade (o amor) em grau heroico. De acordo ao procedimento regular, agora é necessário um milagre para sua beatificação.
Mas se o Papa Francisco decide seguir adiante sem um milagre, poderia "inclusive canonizá-lo (a Pio XII) com a fórmula de scientia certa (certeza de conhecimento) e, portanto, inclusive passando por cima da beatificação", indicou a fonte.
"Somente o Papa pode fazer isso e o fará se assim o desejar".
O Papa Francisco está muito interessado em Pio XII porque "considera-o um grande, da mesma forma que João XXIII, embora seja por distintas razões", explicou a fonte ao Grupo ACI.

Fonte: ACI Digital

Dilma Rousseff aprova lei que promove aborto no Brasil, 4 dias depois da visita do Papa


Desgraçada! **

 (**) Nota minha.

BRASILIA, 02 Ago. 13 / 04:40 pm (ACI/EWTN Noticias).- Em 1º de agosto, quatro dias depois do final da visita do Papa Francisco ao Rio de Janeiro (Brasil) com ocasião da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) Rio 2013, a presidente deste país, Dilma Rousseff, aprovou e converteu em lei o projeto PLC 3/2013, que abre as portas à distribuição de um fármaco abortivo em todo o sistema sanitário do país.

Depois de ser publicada a lei hoje, 2 de agosto, no Diário Oficial da União, os centros médicos do Brasil estarão obrigados a administrar a pílula abortiva do dia seguinte às mulheres que tenham sofrido uma violência sexual, até 72 horas depois do crime sem necessidade de que se comprove o fato.

A chefa da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres do governo brasileiro, a promotora da legalização do aborto Eleonora Menicucci, defendeu a decisão de Dilma Rousseff, assegurando que esta assinou a lei em sinal de "respeito pelo Congresso e pelas mulheres".

Em declarações à imprensa brasileira nesta sexta-feira, 2 de agosto, Menicucci assegurou que esta norma terá um "impacto positivo na prevenção do aborto nas mulheres vítimas de violência sexual", ao mesmo tempo que admitiu que a norma contempla a abortiva "anticoncepção de emergência".

"Este projeto ajuda a garantir o cumprimento e diminuir o dano causado às vítimas de violência sexual. Devemos ter a solidariedade, a humanidade, o respeito às mulheres e crianças que sofrem a violência sexual", disse a ativista abortista que hoje trabalha no governo do Brasil.

O ministro da Secretaria da Presidência, Gilberto Carvalho, indicou que com esta nova lei se está legalizando "um apoio humanitário".

No final de julho, mais de 20 organizações defensoras do direito à vida na América Latina enviaram um pronunciamento, pedindo ao povo brasileiro que "não se deixem enganar e façam todo o possível para que o PL 03-2013 não seja aprovado".

"Estudamos o Projeto de lei e reconhecemos a mesma estratégia que se quer aplicar em todos nossos países para o uso maciço e sem prescrição de uma droga abortiva" advertiram as associações defensoras da vida, assegurando que o primeiro passo para que esta estratégia abortista funcione "é que as mulheres possam declarar que sofreram violência sexual e só com sua palavra estejam autorizadas a solicitar um aborto".

Entre os assinantes deste manifesto se encontram HazteOír, com mais de 400 mil sócios na américa de língua espanhola, e a Rede Família do México.

Em declarações para o Grupo ACI em 26 de julho, o porta-voz deste coletivo e Diretor do Escritório para a América Latina do Population Research Institute, Carlos Polo, assinalou que a lei que aprovou ontem a presidente do Brasil é "é a norma com a que sonha todo abortista latino-americano porque permitiria a qualquer mulher obter um aborto com pílulas dizendo somente que a sua gravidez é produto de um estupro".

"As organizações abortistas trabalharam isto durante anos e atualmente promovem abortos com esta droga de maneira clandestina via conselhos pela internet ou telefones celulares", denunciou.

Nessa ocasião, Polo assinalou que "a mesma mão que apertou a do Papa Francisco não deve assinar uma lei que terminaria com a vida de muitos nascituros".

Já em 26 de julho, em uma das catequeses realizadas no marco da JMJ, o Bispo brasileiro de Apucarana, Dom Celso Antônio Marchiori, advertiu aos peregrinos reunidos perto de Copacabana que deviam estar alertas ante a iminente legalização do aborto no país.
O Bispo de Alcalá do Henares (Espanha), Dom Juan Antonio Reig Pla, presente na mesma paróquia, disse que "devemos estar alertas ante esta ameaça que faz parte da cultura de morte que está estudada cientificamente com a mentira da superpopulação para que não haja mais filhos".
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Fonte: ACI Digital

 

Fora da Igreja há salvação?

Sobre a Infeliz afirmação do Pseudo-Católico, e vocalista do Grupo pseudo-católico Rosa de Saron, no programa da rede Globo de televisão,  sobre a salvação das almas, transcrevo abaixo o artigo 846 do catecismo da Igreja Catolica, este, regra máxima para qualquer Católico. Esta postagem serve também, e isto me é causa de tristeza, para o omisso Sacerdote Padre Fábio de Melo, este mais afeito aos holofotes que aos altares, pois como Ministro ordenado teria o DEVER de expor-lhes a verdade em ato de caridosa correção! Ao Vocalista, faço votos de que intensifique seus estudos (se é que há algum..), seguindo os ensinamentos dos nossos Papas sobre o Ano da Fé, e rezo para que ele seja um bom católico! Ao Padre fábio de Melo, deixo o meu repúdio por todos os impropérios, ensinamentos contrários a Sagrada Doutrina, por todos os atos liberalíssimos cometidos por ele, não só no referido programa, mas em todas as suas aparições escandalosas na mídia! No dia do Padre, desejo-vos de coração, seja um Padre!



Assim expressa-se o Catecismo da Igreja Católica:

«FORA DA IGREJA NÃO HÁ SALVAÇÃO»

846. Como deve entender-se esta afirmação, tantas vezes repetida pelos Padres da Igreja? Formulada de modo positivo, significa que toda a salvação vem de Cristo-Cabeça pela Igreja que é o seu Corpo:
O santo Concílio «ensina, apoiado na Sagrada Escritura e na Tradição, que esta Igreja, peregrina na terra, é necessária à salvação. De facto, só Cristo é mediador e caminho de salvação. Ora, Ele torna-Se-nos presente no seu Corpo, que é a Igreja. Ao afirmar-nos expressamente a necessidade da fé e do Baptismo, Cristo confirma-nos, ao mesmo tempo, a necessidade da própria Igreja, na qual os homens entram pela porta do Baptismo. É por isso que não se podem salvar aqueles que, não ignorando que Deus, por Jesus Cristo, fundou a Igreja Católica como necessária, se recusam a entrar nela ou a nela perseverar» (341).
847. Esta afirmação não visa aqueles que, sem culpa da sua parte, ignoram Cristo e a sua igreja:
«Com efeito, também podem conseguir a salvação eterna aqueles que, ignorando sem culpa o Evangelho de Cristo e a sua Igreja, no entanto procuram Deus com um coração sincero e se esforçam, sob o influxo da graça, por cumprir a sua vontade conhecida através do que a consciência lhes dita» (342).
848. «Muito embora Deus possa, por caminhos só d'Ele conhecidos, trazer à fé, «sem a qual é impossível agradar a Deus» (343), homens que, sem culpa sua, ignoram o Evangelho, a Igreja tem o dever e, ao mesmo tempo, o direito sagrado, de evangelizar» (344) todos os homens.

Sem mais.

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Comentário Rachel Sheherazade sobre a recepção dos políticos para o Papa - SBT Brasil - 22/07/2013


Credo III - Coro da Capela Sistina


Em tempo deveras festivo para a Igreja Católica, Corpo Místico de Cristo, é salutar que ouçamos e recitemos constantemente e meditemos o nosso Credo, excelso símbolo da nossa Fé e Hino Celeste de Nossa Nação!

O marxismo e a destruição das famílias


O tema abordado neste Parresía é o fundamento filosófico e histórico da guerra que está sendo travada atualmente contra a família. Ela se manifesta de diversas formas: divórcio, depravação moral, perversão na educação, uniões diversas, principalmente, a união homossexual. De onde vem essas ideias? Serão elas produtos da “evolução” da sociedade? Surgiram de maneira natural? Seria possível interferir, parar o processo?

Algumas pessoas poderão se surpreender ao serem informadas de que existe um objetivo bem claro nessa luta e que nada nela acontece ao acaso. A origem remonta a Karl Marx e seu ideal socialista. Assim, baseando-se nos escritos marxistas, Padre Paulo Ricardo faz uma reflexão sobre a tentativa persistente de destruição da família.

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Francisco entre nós, uma oportunidade para amarmos mais a Igreja




O Papa Francisco chegou ao Brasil e foi recebido com festa. No entanto, como o povo brasileiro se comporta hoje, em relação à Igreja? E o que significa a sua visita à nossa nação?




A emocionante acolhida dispensada pelos brasileiros e peregrinos da Jornada Mundial da Juventude ao sucessor de São Pedro lembra que este solo, que já teve o glorioso nome de Terra de Santa Cruz, carrega consigo um notável respeito à figura do Papa e uma forte ligação afetiva com a religião católica.

Por outro lado, a constante rejeição à doutrina moral da Igreja pelo mesmo povo brasileiro recorda-nos a necessidade de uma conversão verdadeira, que transforme os nossos "católicos de IBGE" em pessoas comprometidas de fato com Cristo. Ademais, iluminados pela presença de Pedro, somos chamados a fortalecer nosso vínculo com a Igreja.

Este é um ponto no qual vale a pena insistir, já que é muito difusa em nossa sociedade uma visão relativista da religião, da espiritualidade e da própria verdade. Fala-se muito do suposto "amor" a Cristo, mas, geralmente, adere-se a um Cristo decapitado – como aquele grito do qual fala o venerável Pio XII ser o primeiro que conduz à perdição humana: Cristo sim, Igreja não. Contra esta mentalidade perversa, devemos – e queremos – dizer "sim" a Cristo, mas ao Cristo total, e não a esta caricatura frágil modelada pela modernidade. O próprio Papa Francisco disse, em uma de suas homilias matutinas, repetindo um ensinamento de Paulo VI, que "não é possível encontrar Jesus fora da Igreja" e que "é uma dicotomia absurda querer viver com Jesus sem a Igreja, seguir Jesus fora da Igreja, amar Jesus sem a Igreja".

E por que diz isto o Santo Padre? Porque conhece muito bem esta tendência hodierna de dizer que "religião não importa" ou "o que importa é o coração". Esta visão irresponsável de fé é endossada pelos protestantes, que dizem com insistência que "placa de igreja não salva ninguém". Reconhecemos: "placa de igreja", entendida como um edifício físico ou uma denominação religiosa – como há muitas no protestantismo –, realmente não salva ninguém. O que salva é a pertença à Igreja, que é o Corpo Místico de Cristo. Diz-nos o Catecismo que "esta Igreja, peregrina na terra, é necessária para a salvação. O único salvador e caminho da salvação é Cristo, que se nos torna presente em seu Corpo, que é a Igreja".

Cabe uma última palavra, sobre uma manifestação que teria acontecido no Rio – insignificante, mas suficiente para aparecer na mídia –, protestando contra a visita do Papa. É preciso dizer que esta rebeldia não tem nada a ver, por exemplo, com o dinheiro público sendo gasto por causa da visita do Sumo Pontífice. Trata-se, claro, da visita de um chefe de Estado, e os gastos com segurança, bem como a devida assistência aos peregrinos da Jornada, são imprescindíveis. No entanto, a experiência de Madri e as estimativas dos especialistas apontam que só a Jornada vai movimentar a economia brasileira em mais de 1 bilhão de reais.

Então, por que – devemos perguntar – o ódio? Afinal, por qual razão as feministas e os anticlericais se sentem tão incomodados? O venerável Fulton Sheen tem a resposta:

"Os homens dizem que Cristo está morto, mas põem sentinelas em Seu túmulo. Dizem que Ele é inofensivo enquanto criança, contudo Herodes manda os seus soldados matar a Criança indefesa. A verdade é que eles odeiam porque creem – não com a fé dos redimidos, mas com a fé dos condenados".

Eles pisoteiam a tradição judaico-cristã e zombam dos católicos. E, no entanto, nem deles é excluído o afeto do mensageiro da paz, o Papa, como ele mesmo disse, em seu discurso no Palácio Guanabara.

Por: Equipe Christo Nihil Praeponere