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sexta-feira, 24 de maio de 2013

Jornalista Detona vinda dos médicos cubanos para o Brasil


Por quê de Cuba? Estratégias traçadas pelo Foro de São Paulo são cada vez mais evidentes, e apenas visões obnubiladas, como às dos habitantes da "caverna" de Platão não conseguem perceber a intimidade extrema que o Brasil nutre com regimes ditatoriais. Terei enorme prazer em bradar: "Eu avisei!"

Papa teria feito exorcismo na Praça de São Pedro



Câmeras do Vaticano registram momento em que Papa teria feito a oração de libertação sobre o enfermo


O Papa Francisco teria realizado uma oração de exorcismo, ontem, na Praça de São Pedro, impondo as mãos sobre a cabeça de um enfermo, depois de o sacerdote que acompanhava o rapaz ter-lhe revelado que ele sofria de possessões. A cena ocorreu logo após a Missa de Pentecostes celebrada pelo Santo Padre, com a presença de mais de 200 mil pessoas. Segundo os exorcistas do programa “Vade Retro” da TV2000, emissora da Conferência Episcopal Italiana, "não há dúvidas de que se tratou de um exorcismo".

No vídeo é possível ver o Papa Francisco rezando concentrado e com as mãos postas sobre a cabeça do jovem. De uma face serena, o rapaz imediatamente passa a emitir sons estranhos, acompanhado por uma feição que aparenta ódio. Depois de terminar a oração, o Papa segue cumprimentando os demais, enquanto se pode ver o sacerdote que acompanha o rapaz rezando por ele sob os olhares atônitos dos que estão à volta.


domingo, 19 de maio de 2013

O que a Idade Média significou para a Europa - G.K. Chesterton

Comprometi-me a falar sobre a Idade Média. Tentarei ser impiedosamente neutro, deixar de lado tudo de controverso, e não dizer nada que não seja admitido pelos historiadores de praticamente todas as escolas. Entretanto, para começar, quero fazer uma ressalva. Desejo ser justo convosco e, por isso, também desejo que sejais justos comigo. Não sejais tão tendenciosos, supondo previamente que sou preconceituoso. Como podeis ver, tenho uma desvantagem, já que a própria palavra “medieval” é usada como um termo pejorativo. As pessoas têm chamado de medieval o gás venenoso, embora seja mais moderno do que os telefones. Mas isso porque simplesmente chamam de “medieval” qualquer coisa que não gostam. Ao menos adotai o medievalismo por seus méritos intrínsecos, como fizestes com as grandes culturas da Hélade e da China, sobre as quais trataram dois homens ilustres ao vos dirigir a palavra. Quando estais aborrecidos com vossa tia, não sibilais a palavra “helênica”, mas podeis chamá-la de “medieval”, apenas porque tal adjetivo significa que é velha, embora a Grécia Clássica seja muito mais antiga que a Idade Média. Ou, então, dirão: “O sr. Chesterton, com sua mentalidade medieval, acha que a cidade de Lincoln tem uma bela catedral”. Mas, não vão dizer: “o sr. Arthur Leigh Ashton (1897-1983), com sua mentalidade mongol, pensa que Confúcio (571-479 a.C.) foi um grande homem”. Permitis que Leigh possa pensar que Confúcio era grande, porque era; permitais que pense que as catedrais são grandes, porque são. Ou ainda, lá vem toda aquela conversa sobre “voltar à Idade Média”. Não pensais que o sr. Leigh desejasse que todos deixassem crescer tranças porque elogiou a China, nem é provável que todos saíssem correndo para o oráculo de Delfos, ou adorassem Diana, ou qualquer coisa tão bela. Entretanto, as pessoas “têm” uma ideia confusa de que qualquer elogio a alguma coisa medieval signifique desejar que todos aprendam a utilizar o arco longo ou as técnicas de falcoaria. 

Podemos abandonar o uso dessa palavra como um jargão e concordamos em ser mais justos com nossos antepassados como se fossem gregos ou chineses?O termo “Idade Média” é utilizado de modo pouco rigoroso para o período da longa transição entre o colapso do Império Romano e da expansão comercial e material de hoje, iniciada, grosso modo, com a expansão geográfica europeia que descobriu a América em 1492. Ora, a primeira coisa que me surpreende, a partir de uma leitura bem ampla e sem pretender tornar-me um especialista, é que o Império Romano terminou muito lentamente, ou que ninguém soube exatamente quando acabou. Estamos acostumados a coisas sensacionais acontecendo, nos jornais e noutros lugares, e temos uma vaga ideia de alguém lendo uma manchete: “A queda de Roma”. Mas Roma nunca caiu dessa forma. Já existiam chefes locais e pequenos reis em todos os lugares sob o domínio do Império Romano, que gradualmente foram expandindo seus domínios, saindo do feudalismo para as grandes nações, mas mesmo assim o Império se reafirmou como o Sacro Império Romano Germânico na metade da Idade Média. Tende esta imagem clara — o pano de fundo do grande império cosmopolita apenas mudando lentamente, porque essa é a chave para muitas coisas medievais, boas e ruins. Assim, como um exemplo do que poderíamos chamar de bom, o mundo era, naquela ocasião, muito mais internacional; agora é muito mais nacional. Esquecemo-nos disso, precisamente porque agora estamos muito ligados à ideia do nacional. Somos ingleses, e espero que patriotas, mas a questão vai muito além. Milhares de nós não podem imaginar qualquer coisa que não seja inglesa, e é assim com a maioria das outras nações modernas.Isso é bastante característico das nações modernas. São grandes o suficiente para serem limitadas, pois são suficientemente vastas para pensarem ser o mundo quando não o são. Um homem ao viver no meio da Alemanha ou no meio dos Estados Unidos ou da Rússia vive num mundo que se fecha para o mundo. Houve patriotismo local acirrado nas cidades gregas antigas, mas todos sabiam que eram cidades gregas, e foi assim nas repúblicas católicas da Itália medieval ou ainda o é nas modernas repúblicas da América do Sul, onde todos sabem que são repúblicas católicas. Na Idade Média havia duas coisas: por um lado, a pequena unidade local amada pelos homens que, por vezes, lutavam por ela e, por outro, a grande civilização do Império e da Igreja a que também pertenciam. 

Mas vivemos numa terceira coisa: a nação imperial, grande o suficiente para parecer universal e que nos torna simplesmente nacionais. O motivo das guerras modernas serem tão imensas e horríveis, e de demorarem tanto tempo, é cada Estado realmente achar que representa os princípios fundamentais do universo. A Idade Média tinha intermináveis disputas locais, mas possuía uma visão mais universal do cosmo. Havia um homem que andava pelos portões da cidade agitando a lança e bradando as conquistas vindouras; sua cidade estava em guerra com a comuna de Perúgia, que era algo como se existisse uma guerra entre os distritos londrinos de Richmond e Kew. Mas após a paz ser feita esse homem voltou-se para outros interesses. Seu nome era Francisco de Assis (1181-1226). Como o patriota moderno, poderia ser tão bom homem e ter ido para o túmulo acreditando que o objetivo principal de Deus era o extermínio dos peruginos.

Este é um dos resultados do lento declínio da unidade romana que devemos considerar bom: as nações estavam mais próximas umas das outras, porque estavam mais perto de suas origens. Outro exemplo, mas que poderíamos chamar de ruim, é o fato da escravidão do mundo romano antigo ter acabado de forma muito lenta — há a mesma controvérsia sobre quando teve fim. Basta dizer aqui, e ninguém há de negar que, até onde sei, ao começar a Idade Média os servos eram escravos (no antigo sentido pagão) e, quando ela terminou, os servos de algum modo tinham se tornado algo bastante diferente: eram muito mais parecidos com o que chamamos de camponeses. Se isso foi a evolução econômica ou o lento crescimento da consciência cristã (que é muito lento na maioria de nós) ou qualquer outra coisa, é uma questão controversa e, por isso, não vou contestar. Meu objetivo aqui é simplesmente mostrar outro exemplo da Antiguidade mudando lentamente, sem qualquer ruptura definitiva.

Ouvireis duas críticas ao medievalismo. Ambas ilustram a continuidade romana. A primeira é que o mundo medieval aceitava a autoridade, o que é verdade, mas, curiosamente, não só a autoridade da Igreja, como também, às vezes, a autoridade pagã que quase se opunha à autoridade da Igreja. Por exemplo, o médico de Geoffrey Chaucer (1343-1400) era cético a respeito da religião, mas estava satisfeito com a ciência médica, porque estava baseada na Astrologia. Dificilmente corremos para os hospitais no distrito de Harley Street para consultar um astrólogo. Sabemos que Igreja foi contra a astrologia, mas que Aristóteles (384-322 a.C.) e muitos na antiguidade eram a favor dessa prática. Em segundo lugar, que o mundo medieval não era progressista, e concordo que não se “sentia” progressista. E, pelo mesmo motivo, lamentava a grande civilização que fora internacional. Não vos assusteis, não falo da Liga das Nações, mas a maioria dos homens modernos procura o internacionalismo no futuro, os medievais buscavam por ele no passado. Na verdade, eram progressistas na prática, não na teoria. A Idade Média inventou algumas coisas inteiramente novas. Qualquer arquiteto dirá que o gótico foi realmente uma nova invenção da Engenharia. Surgiram os parlamentos e a imprensa foi inventada naquela ocasião, mas esses dois fatores são raramente notados porque, como disse, as pessoas chamam de “medieval” as coisas que não gostam. Caso pensemos, algum dia, ficar enfastiados dos jornais, acho que deveríamos dizer: “A imprensa é uma relíquia medieval”; caso os políticos se tornem impopulares (algo impensável), devemos dizer: “O Parlamento evidencia sua origem medieval bárbara”. Então correremos para a radiotelegrafia, e ouviremos que não há nada melhor.

Esta é a grande linha histórica. Embora tenha havido um lento declínio da civilização romana, certamente houve o grande nascimento da civilização medieval. O século XIII foi ápice da inteligência humana — pelo menos o de algumas mentes humanas. Há passagens em Santo Tomás de Aquino (1225-1274) sobre política que parecem uma utopia moderna, só que mais saudável. Contudo, durante todo o período, à distância de uma flecha do mosteiro, as condições eram quase bárbaras e muitas vezes abomináveis. Não sabemos se os melhores ideais prevaleceram sobre as piores realidades, provavelmente não, mas de qualquer forma, estavam assimetricamente posicionados entre dois grandes fatos históricos, o primeiro a frustrar o progresso e o segundo a matá-lo. Ambos vieram do Oriente, o primeiro, a religião de Maomé (570-632), e o segundo, a Peste Negra.

O maometanismo teve o justo crédito de pregar uma maior igualdade entre um homem e o outro, e uma igualdade, embora menor, entre o homem e a mulher. Foi um verdadeiro rival para o cristianismo, e agora ninguém percebe o quanto verdadeiramente rivalizou. Em grande parte, infelizmente, o efeito da igualdade islâmica foi o aumento de nossa desigualdade. Já havíamos herdado os males da civilização antiga, como a escravidão; os males de sua decadência, como o feudalismo; tínhamos muito da formação militar, em parte da antiguidade, do modelo de Roma e, noutra parte, o da guerra contra os bárbaros. Nessas circunstâncias, vejo que a explosão do Oriente nos paralisou e nos firmou na formação militar. Todos os títulos nobiliárquicos são simplesmente patentes militares, como nos casos de duque ou marquês e assim por diante. Poderíamos ter desenvolvido melhor a nossa própria religião, não fosse a guerra com uma religião rival. Uma democracia pode organizar uma guerra, mas uma aristocracia não pode, ao mesmo tempo, organizar uma democracia “e” uma guerra. O inimigo lhe abaterá. Havia um perigo permanente. Tomemos as cruzadas. Não me importo o quanto podeis atacar as cruzadas como uma agressão, caso não vos lembreis: elas foram um contra-ataque. Os muçulmanos conquistavam a Espanha e a Sicília, e foram detidos em Tours. Ora, um invasor a vagar no meio da França não pode fingir ser um morador inofensivo, perdido num bairro de Meca. Mas as cruzadas fracassaram, e então, além dessa tragédia, veio no encalço a grande peste, que matou os melhores sacerdotes e o povo, deixando um tipo de gente inferior que havia esquecido o melhor dos ideais medievais, e levou a Idade Média ao fim.

Ao tentar uma síntese, retorno à construção gótica. Em primeiro lugar porque foi realmente uma coisa nova, em segundo lugar porque foi uma nova forma de construção, superior à anterior. Talvez, só dos pináculos, senão do mais exíguo pináculo podeis ver a mais extensa paisagem. A visão medieval era muito universal; não devemos subestimá-la. Não menosprezemos a cavalaria e o romance de Dante Alighieri (1265-1321) e sua Beatriz, que era novo, pois não era o mesmo de Catulo (84-54 a.C.) e Lesbia, e está na história do que se chamava de Vida Nova. Aldous Huxley (1894-1963) pediu ao mundo moderno, em vão, que seguisse a razão conforme progredisse; não zombemos dos escolásticos, caso tenham seguido a razão um pouco além. O amor e a lógica eram mais novos e livres, embora limitados por más condições, assim como altas igrejas eram quase sempre construídas em ilhas. As comunicações eram ruins. Atualmente, as comunicações são muito boas e temos a maravilhosa tecnologia da radiofonia pela qual falo com pessoas que nunca vi. Portanto, agora não tenho nada a fazer senão emanar uma poesia tão fresca quanto a de Dante e uma filosofia tão grandiosa quanto a “Suma Teológica”. Só que agora, quando posso me comunicar com todos, não tenho o que dizer.


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Em 27 de março de 1936, G. K. Chesterton deu uma palestra na rádio BBC para as escolas da Grã-Bretanha. O texto do presente ensaio é a transcrição da apresentação, tal como apareceu na edição de 1º de abril de 1936 na revista “Listener”.Em língua portuguesa o artigo foi publicado originalmente, numa versão acrescida de notas do tradutor, no seguinte periódico: “The Chesterton Review (Edição Especial em Português)”, Volume II, Número 2, 2010: 7-13.
Este artigo é protegido pelas leis de Direitos Autorais, sua reprodução é proibida sem a autorização do Centro interdisciplinar de Ética e Economia Personalista (CIEEP). A publicação do artigo no site Chesterton Brasil foi gentilmente permitida pelo CIEEP.

Pesquisa de Mark Regnerus ainda assusta gayzistas

 Escrito por Austin Rose | 17 Abril 2013
 
Gayzistas parecem obcecados com um estudo de ciência social que vai contra eles. Eles dizem que a pesquisa não é importante, mas não conseguem parar de falar sobre ela.

Um ano atrás o Dr. Mark Regnerus, da Universidade do Texas, publicou uma estudo de 15 mil pessoas que mostrava que as crianças têm um desempenho melhor num lar com sua mãe e pai casados. Além disso, ele revelou que nenhuma outra estrutura de família funciona tão bem.

Um tsunami de protestos e ataques pessoais o tragou. Sua universidade e a revista em que ele publicou suas descobertas investigaram a pesquisa e o inocentaram de qualquer suspeita. Mesmo assim, os ataques contra ele e aqueles que usam sua pesquisa continuam.

A Dra. Susan Yoshihara, diretora de pesquisas de C-FAM, usou o estudo de Regnerus diante da Assembleia Legislativa de Rhode Island e foi atacada por inspetores políticos que afirmam que parte do testemunho dela era falso. Yoshihara contestou a opinião que afirma não fazer diferença se a criança é criada por pais gays ou biológicos. Ela disse que tais alegações foram “despedaçadas pelas melhores pesquisas de ciência social mais recentes.”

Yoshihara também apontou para um estudo que desafia as alegações da ciência social de que a orientação sexual dos pais não faz nenhuma diferença. Loren Marks da LSU analisou 59 estudos usados para fazer essa alegação e constatou que todos eles tinham deficiências científicas.

Politifact, que se considera um grupo que defende a verdade política, condenou a afirmação de Yoshihara como falsa. Yoshihara, porém, diz que o próprio artigo do Politifact apoiou sua afirmação quando citaram um “acadêmico prudente” que disse que a questão não está decidida na literatura científica, que era a afirmação de Yoshihara em primeiro lugar.

O estudo de Regnerus apareceu de novo nesta semana nas páginas do New York Times. Bill Keller, ex-editor-executivo do Times, disse: “O estudo foi praticamente demolido pelos colegas.”

E o Huffington Post entrou na questão de Regnurus nesta semana ao relatar que ele teve treinamento midiático antes que seu estudo fosse divulgado no ano passado e ele recebeu dinheiro para seu estudo de uma fundação conservadora e tinha palestrado para grupos conservadores.

O Huffington Post também apontou para o fato que Regnerus assinou um depoimento amicus curiae apresentado ao Supremo Tribunal em suas deliberações sobre casamento de mesmo sexo. Eles chamaram o dele de “pouco notado,” embora dos aproximadamente 50 depoimentos de ambos os lados esse foi um dos únicos debatidos durante os argumentos orais.

Yoshihara disse que ela trouxe o estudo de Mark Regnerus para a Assembleia Legislativa de Rhode Island porque em audiências semelhantes, no ano passado, o presidente do comitê insistiu em que não havia nenhuma literatura “com revisão de colegas especialistas” refutando a alegação de que “o estudo não faz diferença.” O estudo de Regnerus rebate cientificamente a afirmação e foi revisado por outros especialistas, o que parece ter assustado o New York Times, Politifact, o Huffington Post e muitos outros defensores do casamento homossexual.

Publicado no ‘Friday Fax’ do C-FAM.

A ditadura do “casamento” gay chegou ao Brasil

"Os cristãos não podiam “impor” seus valores na Alemanha nazista e na União Soviética, que impunham seus valores anticristãos sobre todos, inclusive sobre os cristãos."

Novamente, os cristãos se deparam com uma ditadura que quer forçá-los a violar sua consciência.

Flávio Sincero trabalha num cartório. Ele sempre se empenhou pela honestidade, dentro e fora do trabalho. Se o supermercado lhe dava troco a mais, ele não pensava duas vezes: devolvia o dinheiro que não lhe pertencia.

Sua integridade passará por uma prova de fogo.

No cartório, chegam dois homens, o sr. Estrebaldo Oportunista e o sr. Anúbio Vigarista, que sem demora dizem: “Queremos nos casar!”

“Para quando, senhores?” pergunta Flávio.

Ao receber a resposta, o homem do cartório indaga: “E qual é o nome de suas esposas?”

“Você está olhando para ela,” diz Anúbio, apontando para o barbudo Estrebaldo. “Queremo nos casar aqui.”

Flávio sua frio. Quando criança, ele escutava sua professora de escola dominical ensinar sobre a coragem de Daniel, que não se prostrava diante das leis erradas do rei babilônico Nabucodonosor. Mas ele nunca imaginou que tais provações pudessem também ocorrer nos dias de hoje.

Ele leu nesta semana reportagens de vários jornais dizendo que, sob iniciativa do ministro Joaquim Barbosa, todos os cartórios do Brasil serão obrigados a “casar” homossexuais.

Antes, ele ouvia de jornalistas que o movimento homossexual não queria impor nada sobre ninguém.

Agora, Flávio se sente traído por Joaquim Barbosa e pelos meios de comunicação.

Flávio se casou no ano passado e tem uma filhinha de poucos meses. Se ele não fizer o que Joaquim manda, o que será do seu emprego? Como ele conseguirá sustentar sua família?

E agora, o que fazer diante de Estrebaldo e Anúbio?

“Não posso casá-los…” diz ele.

“Como assim?” diz Estrebaldo.

“Casamento é apenas entre homem e mulher. Não existe casamento entre dois homens. Isso é artificial. Não é natural,” tenta argumentar Flávio.

“Seus pensamentos não interessam. A lei agora diz que você deve nos casar. Por isso, não há o que discutir aqui. Apenas faça o que a lei manda você fazer,” Anúbio afirma.

“Sou seguidor de Jesus Cristo. Tenho compromisso com a Lei maior, que é a favor da família. Só poderei casar vocês quando cada um de vocês trouxer uma mulher para ser esposa…” responde Flávio, sabendo, tristemente, qual será a próxima reação.

“Neste caso, seu cristão de meia tigela, vou imediatamente à polícia abrir um boletim de ocorrência contra você e seu preconceito e ódio contra nosso direito de casamento! Você não pode impor seus valores sobre nós!” grita Anúbio.

Anúbio e Estrebaldo estão certos. Os cristãos não podiam “impor” seus valores na Alemanha nazista e na União Soviética, que impunham seus valores anticristãos sobre todos, inclusive sobre os cristãos.

Novamente, os cristãos se deparam com uma ditadura que quer forçá-los a violar sua consciência.

Outros já trilharam esse caminho, inclusive Daniel na Babilônia.

Quem diria que um dia — mais precisamente, em nossos dias — teríamos a oportunidade de colocar em prática o testemunho de Daniel em nossas vidas e empregos?

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Senado colombiano rejeita projeto de casamento gay.

O Globo | BOGOTÁ — Na contramão de países como a França e o Uruguai, que aprovaram recentemente o casamento entre pessoas do mesmo sexo, o Senado da Colômbia rejeitou nesta quarta-feira um projeto de lei sobre casamento igualitário. Apresentada pelo congressista Armando Benedetti, a proposta recebeu 17 votos a favor e 51 contra. O projeto ultrapassou apenas um dos quatro debates necessários para se tornar lei, e enfrentou forte oposição da Igreja Católica e figuras proeminentes como o procurador-geral Alejandro Ordóñez.

Após a votação, integrantes da comunidade LGBT mostraram sua reprovação na Plaza de Bolívar, enquanto algumas pessoas comemoravam o resultado. Os críticos ao projeto argumentaram que aprovar o casamento entre pessoas do mesmo sexo seria um duro golpe para a “santidade” do matrimônio.

- O casamento como uma instituição, como um sacramento envolve a união do homem e da mulher, a fim de procriar – afirmou o senador Carlos Ramiro Chavarro, do Partido Conservador. – Eu respeito a relação que os homossexuais possam ter e que é seu direito, mas (…) a maioria do país quer manter a unidade familiar da sociedade, que trata da instituição do casamento ou da união civil apenas entre pessoas do sexo oposto.

Como é impossível que antes de 20 de junho se aprove uma nova lei sobre o tema, a partir da data deverá ser aplicada a regra do Tribunal Constitucional:

“Os casais do mesmo sexo podem ir perante um notário ou juiz para formalizar e solenizar uma relação contratual que lhes permitirá formar uma família”.

Na França, após cinco meses e mais de 170 horas de debates no Senado e na Assembleia Nacional, os deputados aprovaram na terça-feira, o projeto de lei que legaliza a união entre pessoas do mesmo sexo e também a adoção de crianças por casais homossexuais.

http://fratresinunum.com

sábado, 20 de abril de 2013

A dignidade da mulher


A mentira do aborto "seguro"

 O julgamento do Dr. Kermit Gosnell e as denúncias contra clínicas da IPPF desmascaram a falácia do aborto seguro

 
Você consegue identificar a imagem acima? Trata-se da réplica de um bebê na 12a semana de gestação. Como se pode observar, é um ser humano em desenvolvimento, mas que já apresenta todas as características para defini-lo como tal. Ninguém que tenha o mínimo de sensibilidade poderia negar que aquele ser pertence à espécie humana e que possui seu valor. No entanto, há quem professe o contrário e advogue a morte dessas criaturas por serem, talvez, "biologicamente" inferiores.

A recente decisão do Conselho Federal de Medicina de defender a legalização do aborto até a 12a semana de gestação é, neste sentido, no mínimo embaraçosa. Primeiro, porque a ideia de aborto "legal e seguro" é falaciosa, pois ele sempre resulta em uma morte. Segundo, porque os números de abortos apresentados pelo SUS estão muito aquém daqueles propagados pelos grupos pró-escolha, na intenção de criar um alarme sobre a saúde pública. Além disso, como questiona a Dra. Lenise Garcia neste debate na TV Câmara, "o que se muda da 12a semana para 13a terceira pra que na 12a ele (o feto) não seja pessoa e na 13a terceira ele seja?"

Na verdade, o que se pode observar é que propostas deste naipe funcionam mais como um navio quebra-gelo para que, aos poucos, sejam introduzidas novas possibilidades de abortamentos "seguros". Foi assim que aconteceu em outros países como Espanha e Portugal que hoje sofrem com uma quantidade imensa de garotas que já se submeteram ao aborto. Isso cria uma falsa sensação de segurança e o aborto passa a ser usado como método contraceptivo e motor de indústrias do ramo.

Assim, quando se cria uma cultura da morte, não importa se o aborto será "seguro" ou "inseguro", desde que ele seja feito. É o que ocorre, por exemplo, no caso da pirataria. As moças que não recebem apoio em caso de gravidez indesejada irão procurar o primeiro picareta que estiver disposto a arrancar o filho de seu útero. E se o Estado é negligente mesmo agora em que a lei proíbe o aborto, que dirá se ele for legalizado? Quem impedirá essas mulheres de caírem nas mãos de maus médicos e oportunistas? 

 
Dr. Kermit Gosnell

O alarme deve ser tocado, sobretudo quando ocorre nos Estados Unidos um dos julgamentos mais dramáticos dos últimos anos. O caso do Dr. Kermit Gosnell, acusado de matar bebês nascidos vivos, após tentativas de abortos mal sucedidos, em sua clínica na Filadélfia, Estado da Pensilvânia. Gosnell atendia mulheres que queriam abortar mesmo depois da 24a semana de gestação, algo proibido pela lei estadual. Não bastasse isso, além de não ser obstreta, nem ginecologista, o médico realizava os procedimentos em péssimas condições higiênicas e sanitárias.

Os métodos usados por Kermit Gosnell eram, no mínimo, chocantes. Segundo relatos de um ex-funcionário do aborteiro, quando a criança nascia viva, o médico a decapitava, perfurando a parte de trás do pescoço, a fim de cortar a medula espinhal da criança. A polícia encontrou no local restos de 45 bebês, alguns em latas de leite ou garrafas de água. Apesar da importância do processo para o debate público sobre a questão, a mídia, de forma geral, quase não tem dado atenção ao assunto.

A Planned Parenthood (IPPF) - a multinacional do aborto - também está na mira das autoridades, desde que uma série de acusações sobre más condições de suas clínicas surgiram no Estado de Delaware, Estados Unidos. De acordo com relatos de ex-enfermeiras da IPPF, publicados no portal Frontpage Mag, "Planned Parenthood precisa fechar suas portas, precisa ser limpa".

"Aquilo simplesmente não é seguro, não tenho como descrever o quão ridiculamente inseguro é", declarou a enfermeira Jayne Mitchell-Werbrich, que trabalhou no local. De acordo com ela, até as mesas de cirurgias onde as pacientes se deitavam não eram higienizadas, sequer limpas. O mesmo alegou outra ex-enfermeira da clínica, Joyce Vasikonis: "Eles (os pacientes) podem pegar hepatite, até AIDS".

Esses exemplos são suficientemente claros para perceber o malicioso engodo da campanha pelo aborto "legal e seguro". Além da crueldade contra as crianças que serão vítimas desse crime, as mulheres estarão submetidas a tratamentos duvidosos que podem produzir sequelas para o resto da vida. Há que se questionar, portanto, as reais intenções desses grupos pró-escolha que, como se sabe, são fartamente financiados por fundações internacionais interessadas no controle da natalidade. O que parece é que se quer obter lucros à custa da miséria e do sofrimento dos menos favorecidos. Isso não é preocupação com a saúde pública, isso se chama oportunismo!

Por: Equipe Christo Nihil Praeponere

domingo, 14 de abril de 2013

Paixão Segundo São Mateus - Johann Sebastian Bach

A música nos conduz ao Divino. As melodias conduzem nossos pensamentos em direção ao Altíssimo num ritmo que asemelha-se às ondas do mar conduzindo um barco à um porto seguro. Através de Bach e Mozart, diz o Padre Joseph Ratzinger na sua obra introdução ao Espírito da Liturgia, podemos ter idéia do verdadeiro sgnificado do que o Gloria Dei. Através da beleza da música podemos aurir alguma coisa da Beleza Divina, pois a Beleza de Deus reflete na beleza das coisas criadas. 

Gostaria de partilhar com os leitores uma obra de Johann Sebastian Bach, obra esta um ícone da erudição musical e tido por muitos como ápice da história da música; refiro-me à Paixão segundo São Mateus. A Paixão Segundo São Mateus BWV 244 (em latim: Passio Domini nostri Jesu Christi secundum Evangelistam Matthaeum), conhecida na Alemanha pelo nome de Matthäuspassion, é um oratório de Johann Sebastian Bach, que representa o sofrimento e a morte de Cristo segundo o Evangelho de São Mateus, com libreto de Picander (Christian Friedrich Henrici). Com uma duração de mais de 2 horas e meia (em algumas interpretações, mais de 3 horas) é a obra mais extensa do compositor. Trata-se, sem dúvida alguma, de uma das obras mais importantes de Bach e uma das obras-primas da música ocidental. São esta e a Paixão Segundo São João as únicas Paixões autênticas do compositor conservadas em sua totalidade. A Paixão segundo São Mateus consta de duas grandes partes constituídas de 68 números, em que se alternam coros, corais, recitativos, ariosos e árias.




Dr Drauzio Varella e a homossexualidade.


Recentemente tive acesso a um texto redigido pelo Sr Drauzio Varella, ( clique aqui e leia o texto) onde ele fazia franca apologia à homossexualidade, pondo-a como conduta natural do ser humano, comparando o ser humano à diversos animais que praticam, em determinado momento de suas vidas o ato homossexual. Bem se vê que o pseudo-Dr. não é capaz de reconhecer as mínimas características que diferenciam homens de animais; o referido Sr não é capaz de reconhecer a diferença entre atitudes humanas baseadas na razão, de bestialidades. Cita também em seu texto que o homossexualismo era comum nas civilizações antigas, como se algo que se configure como "comum" possa ser tido como natural e normativo; basta olharmos para os nossos dias: Tornou-se comum a existência de políticos corruptos, logo isso é natural? Tornaram-se comuns os episódios de assaltos à pedestres, e por terem tornado-se comuns podem ser categorizados como naturais? Tornaram-se comuns os atos de pedofilia, e por isso poderemos erigir o ato sexual como crianças à categoria de ato sacrossanto e inquestionável? 
Eu produzia um texto, em refutação deste artigo, que mais parece uma redação de alunos de ensino médio, quando deparei-me com um vídeo do Professor Olavo de Carvalho, este, grande filósofo e jornalista em que ele fala sobre o referido texto. Optei  então por deixar que fale o Professor Olavo. 




sábado, 13 de abril de 2013

Rede Globo forja resultado de pesquisa sobre União Gay.


 
 
ISSO É FARSA!!! O resultado do dia 08/04/2013 foi ALTERADO!!! TIROU A ENQUETE DO AR QUANDO PERCEBE QUE O RESULTADO NÃO SERIA O ESPERADO, E VOLTA COM RESULTADOS FALSOS!

Para quem ainda não entendeu, houveram duas enquetes e dois resultados. A do dia 08/04 e a do dia 11/04. Ambas datas de encerramento das duas.

Resultado FORJADO do dia 08/04/13 (encerramento):


Resultado CORRETO do dia 22/04/13 (encerramento):


Reportagem sobre a PRIMEIRA GRANDE VITÓRIA no Suporte 25 horas (Antes da Globo tirar a enquete do AR!) : http://bit.ly/ZQqYgY

A Sagrada Tradição - Papa Francisco.

Seguindo a linha da hermenêutica da continuidade de Bento XVI, o Santo Padre Papa Francisco proferiu um discurso magnífico e muitíssimo propício, principlamente na decorrência do Ano da Fé, proclamado pelo hoje Papa Emérito Bento XVI. O Papa Francisco falou em audiência aos membros da Pontifícia Comissão Bíblica. No discurso, que versa sobre o relacionamento entre Sagrada Escritura, Sagrada Tradição e Sagrado Magistério, estes os sustentáculos da Fé Católica, o Santo Padre remete-nos à Constituição Dogmática Dei Verbum, do Concílio Vaticano II, que trata excelsamente deste tema. aproveitemo-nos desta catequese e eliminemos do seio da Igreja Católica esta maléfica e absurda prática do Sola Scriptura Protestante!



"Caros membros da Pontifícia Comissão Bíblica,

tenho o prazer de recebê-vos no final da vossa Assembleia plenária anual. Agradeço ao Presidente, Arcebispo Gerhard Ludwig Müller, pela saudação e a sucinta exposição do tema que foi objeto de atenta reflexão ao longo dos vossos trabalhos. Vos reunistes novamente para aprofundar um argumento muito importante: a inspiração e a verdade da Bíblia. Trata-se de um tema que diz respeito não somente ao fiel na sua individualidade, mas a toda a Igreja, porque a vida e a missão da Igreja se fundamentam na Palavra de Deus, que é a alma da teologia e, também, inspiradora de toda a existência cristã.

Como sabemos, as Sagradas Escrituras são o testemunho escrito da Palavra de Deus, o memorial canônico que atesta o evento da Revelação. A Palavra de Deus, portanto, precede e excede a Bíblia. É por isso que a nossa fé não tem no centro somente um livro, mas uma história de salvação e especialmente uma Pessoa, Jesus Cristo, Palavra de Deus feita carne.

Precisamente porque o horizonte da Palavra divina abraça e se estende além da Escritura, para compreendê-la adequadamente é necessária a constante presença do Espírito Santo que “orienta à toda verdade” (Jo 16, 13). É necessário colocar-se na corrente da grande Tradição que, sob a guia do Espírito Santo e a guia do Magistério, reconheceu os escritos canônicos como Palavra dirigida por Deus ao seu povo e nunca parou de meditá-las e de descobrir nela as riquezas inesgotáveis.

O Concílio Vaticano II reiterou com grande clareza na Constituição dogmática Dei Verbum: "Tudo o que diz respeito ao modo de interpretar a Escritura está submetido em última instância ao juízo da Igreja, que cumpre o mandamento divino e o mistério de conservar e interpretar a palavra de Deus" (n. 12).

Como ainda nos lembra tal Constituição conciliar, existe uma inseparável unidade entre Sagrada Escritura e Tradição, porque ambas provém de uma mesma fonte: “A sagrada Tradição, portanto, e a Sagrada Escritura estão ìntimamente unidas e compenetradas entre si. Com efeito, derivando ambas da mesma fonte divina, fazem como que uma coisa só e tendem ao mesmo fim. A Sagrada Escritura é a palavra de Deus enquanto foi escrita por inspiração do Espírito Santo; a sagrada Tradição, por sua vez, transmite integralmente aos sucessores dos Apóstolos a palavra de Deus confiada por Cristo Senhor e pelo Espírito Santo aos Apóstolos, para que eles, com a luz do Espírito de verdade, a conservem, a exponham e a difundam fielmente na sua pregação; donde resulta assim que a Igreja não tira só da Sagrada Escritura a sua certeza a respeito de todas as coisas reveladas. Por isso, ambas devem ser recebidas e veneradas com igual espírito de piedade e reverência"(ibid., 9).

Daí resulta que o exegeta deve ter o cuidado de perceber a Palavra de Deus presente nos textos bíblicos, colocando-os dentro da mesma fé da Igreja. A interpretação das Sagradas Escrituras não pode ser somente um esforço científico individual, mas deve ser sempre confrontada, inserida e autenticada pela tradição viva da Igreja. Esta norma é decisiva para explicar a relação correta e recíproca entre a exegese e o Magistério da Igreja. Os textos inspirados por Deus foram confiados à comunidade dos fieis, à Igreja de Cristo, para alimentar a fé e guiar a vida de caridade.

O respeito desta natureza profunda das Escrituras condiciona a mesma validade e eficácia da hermenêutica bíblica. Isso comporta a insuficiência de toda interpretação subjetiva ou simplesmente limitada a uma análise incapaz de acolher em si aquele sentido global que ao longo dos séculos constitui a Tradição de todo o Povo de Deus, que “in credendo falli nequit” (Conc. Ecum. Vat. II, Const dogm. Lumen gentium, 12).

Queridos irmãos, desejo concluir o meu discurso expressando-vos o meu agradecimento e encorajando-vos nesse importante trabalho. O Senhor Jesus Cristo, Verbo de Deus encarnado e divino Mestre que abriu a mente e o coração dos seus discípulos à inteligência das Escrituras (cf. Lc 24, 45), guie e sustente sempre a vossa atividade.

A Virgem Maria, modelo de docilidade e obediência à Palavra de Deus, vos ensine a acolher plenamente a riqueza inesgotável da Sagrada Escritura não somente por meio da busca intelectual, mas na oração e em toda a vossa vida de crentes, especialmente neste Ano da fé, para que o vosso trabalho contribua para fazer brilhar a luz da Sagrada Escritura no coração dos fieis. E desejando-vos uma frutuosa continuação das vossas atividades, invoco sobre vós a luz do Espírito Santo e concedo a todos vós a minha Bênção."

Esta é a vossa missão! Levai em frente esta esperança!

Hoje retomamos as Catequeses do Ano da fé. No Credo nós repetimos esta expressão: «Ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras». É precisamente o acontecimento que estamos a celebrar: a Ressurreição de Jesus, centro da mensagem cristã, que ressoou desde os primórdios e foi transmitido para que chegue até nós. São Paulo escreve aos cristãos de Corinto: «Transmiti-vos primeiramente o que eu mesmo tinha recebido: que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras; foi sepultado e ressuscitou no terceiro dia, segundo as Escrituras; depois, apareceu a Cefas e em seguida aos Doze» (1 Cor 15, 3-5). Esta breve confissão de fé anuncia precisamente o Mistério pascal, com as primeiras aparições do Ressuscitado a Pedro e aos Doze: a Morte e a Ressurreição de Jesus são exactamente o coração da nossa esperança. Sem esta fé na morte e na ressurreição de Jesus, a nossa esperança será frágil, mas não será sequer esperança, e precisamente a morte e a ressurreição de Jesus são o coração da nossa esperança. O Apóstolo afirma: «Se Cristo não ressuscitou, a vossa fé é inútil, e ainda viveis nos vossos pecados» (v. 17). Infelizmente, muitas vezes procurou-se obscurecer a fé na Ressurreição de Jesus, e também entre os próprios crentes se insinuaram dúvidas. 

Um pouco daquela fé «diluída», como dizemos; não é a fé forte. E isto por superficialidade, às vezes por indiferença, preocupados com muitas coisas que se consideram mais importantes que a fé, ou então devido a uma visão apenas horizontal da vida. Mas é precisamente a Ressurreição que nos abre à maior esperança, porque abre a nossa vida e a vida do mundo para o futuro eterno de Deus, para a felicidade plena, para a certeza de que o mal, o pecado e a morte podem ser derrotados. E isto leva a viver com maior confiança as realidades diárias, a enfrentá-las com coragem e compromisso. A Ressurreição de Cristo ilumina com uma luz nova estas realidades quotidianas. A Ressurreição de Cristo é a nossa força! 

Mas como nos foi transmitida a verdade de fé da Ressurreição de Cristo? Há dois tipos de testemunhos no Novo Testamento: alguns têm a forma de profissão de fé, isto é, de fórmulas sintéticas que indicam o âmago da fé; outros, ao contrário, têm a forma de narração do acontecimento da Ressurreição e dos a eventos a ela ligados. O primeiro: a forma da profissão de fé, por exemplo, é aquele que há pouco ouvimos, ou seja, o da Carta aos Romanos, em que são Paulo escreve: «Se com a tua boca professares: “Jesus é o Senhor!”, e no teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo!» (10, 9). Desde os primeiros passos da Igreja, é bem sólida e clara a fé no Mistério de Morte e Ressurreição de Jesus. Hoje, porém, gostaria de meditar sobre o segundo, sobre os testemunhos na forma de narração, que encontramos nos Evangelhos. Antes de tudo, observemos que as primeiras testemunhas deste acontecimento foram as mulheres. De madrugada, elas vão ao sepulcro para ungir o corpo de Jesus e encontram o primeiro sinal: o túmulo vazio (cf. Mc 16, 1). 

Depois, segue-se o encontro com um Mensageiro de Deus que anuncia: Jesus de Nazaré, o Crucificado, não está aqui, ressuscitou (cf. vv. 5-6). As mulheres são impelidas pelo amor e sabem acolher este anúncio com fé: acreditam e imediatamente transmitem-no; não o conservam para si mesmas, mas transmitem-no. A alegria de saber que Jesus está vivo, a esperança que enche o coração, não podem ser contidas. Isto deveria verificar-se também na nossa vida. Sintamos a alegria de ser cristãos! Acreditemos num Ressuscitado que venceu o mal e a morte! Tenhamos a coragem de «sair» para levar esta alegria e esta luz a todos os lugares da nossa vida! A Ressurreição de Cristo é a nossa maior certeza; é o tesouro mais precioso! Como não compartilhar com os outros este tesouro, esta certeza? Não é somente para nós, devemos transmiti-la, comunicá-la aos outros, compartilhá-la com o próximo. Consiste precisamente nisto o nosso testemunho.

Outro elemento. Nas profissões de fé do Novo Testamento, como testemunhas da Ressurreição, são recordados apenas homens, os Apóstolos, mas não as mulheres. Isto porque, segundo a Lei judaica daquela época, as mulheres e as crianças não podiam dar um testemunho confiável, credível. Nos Evangelhos, ao contrário, as mulheres desempenham um papel primário, fundamental. Aqui podemos entrever um elemento a favor da historicidade da Ressurreição: se fosse um episódio inventado, no contexto daquele tempo não estaria vinculado ao testemunho das mulheres. Os evangelistas, ao contrário, narram simplesmente o que aconteceu: as primeiras testemunhas são as mulheres. Isto diz que Deus não escolhe segundo os critérios humanos: as primeiras testemunhas do nascimento de Jesus são os pastores, pessoas simples e humildes; as primeiras testemunhas da Ressurreição são as mulheres. E isto é bonito. Esta é um pouco a missão das mulheres: mães e mulheres! Dar testemunho aos filhos e aos pequenos netos, de que Jesus está vivo, é o Vivente, ressuscitou. Mães e mulheres, ide em frente com este testemunho! 

Para Deus o que conta é o coração, quanto estamos abertos a Ele, se somos filhos que confiam. Mas isto leva-nos a meditar inclusive sobre o modo como as mulheres, na Igreja e no caminho de fé, tiveram e ainda hoje desempenham um papel especial na abertura das portas ao Senhor, no seu seguimento e na comunicação do seu Rost0, pois o olhar de fé tem sempre necessidade do olhar simples e profundo do amor. Os apóstolos e os discípulos têm dificuldade de acreditar. As mulheres não. Pedro corre até ao sepulcro, mas detém-se diante do túmulo vazio; Tomás deve tocar com as suas mãos as chagas do corpo de Jesus. Também no nosso caminho de fé é importante saber e sentir que Deus nos ama, não ter medo de o amar: a fé professa-se com a boca e com o coração, com a palavra e com o amor. 

Depois das aparições às mulheres, seguem-se outras mais: Jesus torna-se presente de modo novo: é o Crucificado, mas o seu corpo é glorioso; não voltou para a vida terrena, mas sim para uma nova condição. No início não o reconhecem, e os seus olhos só se abrem através das suas palavras e dos seus gestos: o encontro com o Ressuscitado transforma, dá uma nova força à fé, um fundamento inabalável. Também para nós existem muitos sinais em que o Ressuscitado se faz reconhecer: a Sagrada Escritura, a Eucaristia, os outros Sacramentos, a caridade, os gestos de amor que trazem um raio de luz do Ressuscitado. Deixemo-nos iluminar pela Ressurreição de Cristo, deixemo-nos transformar pela sua força, para que também através de nós, no mundo, os sinais de morte deixem o lugar aos sinais de vida. Vejo que há muitos jovens na praça. 

Ei-los! Digo-vos: levai em frente esta certeza: o Senhor está vivo e caminha ao nosso lado na vida. Esta é a vossa missão! Levai em frente esta esperança. Permanecei alicerçados nesta esperança, nesta âncora que está no céu; segurai com força a corda, permanecei ancorados e levai em frente a esperança. Vós, testemunhas de Jesus, deveis levar em frente o testemunho de que Jesus está vivo, e isto dar-nos-á esperança, dará esperança a este mundo um pouco envelhecido devido às guerras, ao mal e ao pecado. Em frente, jovens!

http://www.vatican.va

Marco Feliciano faz declarações no congresso em RESPOSTAS ATIVISTAS


Mesmo tendo uma concepção Teológica totalmente contrário à do referido Pastor, este, coloca-se no vídeo como Arauto da Verdade.

" Conhecereis a Verdade e a Verdade vos Libertará." Jo 8,32

Reforma do Código Penal brasileiro Pe Paulo Ricardo


Como explicar isto?


Ativistas LGBT e a intolerância religiosa no Brasil


Assista ao filme "O Grito Silencioso"

 O filme que há anos tem alertado as mulheres para a crueldade do crime do aborto


Atualmente, quando se fala em aborto poucas pessoas têm em suas mentes a real dimensão de seu significado, não imaginam como ele acontece ou quais são as técnicas utilizadas. O filme "O Grito Silencioso" é uma importante ferramenta para acabar com a ignorância que cerca o assunto. É um meio eficaz de visualizar, sem interferências ideológicas ou intelectuais o que de fato acontece num aborto.

Nesse momento, em que os grupos extremistas pró-aborto formados - pasmem, por mulheres em sua maioria - discutem com tanta paixão se o aborto é ou não um direito reprodutivo, se o feto é ou não um ser humano, se o feto pertence ou não ao corpo da mulher para que dele possa dispor como bem entender, quando se inicia a vida, e tantas outras questões, que o filme "O Grito Silencioso" desempenha um papel fundamental e deveria ser visto por todos. Isso para que haja um debate sério com honestidade intelectual suficiente para se chegar a uma decisão que abarque todos os interessados: a sociedade, o Estado, a mãe, o pai e o próprio feto. Todos devem saber o que acontece num aborto antes de emitirem opinião ou de legislarem.

O filme "O Grito Silencioso" foi produzido em 1985 pelo Dr. Bernard N. Nathanson, médico americano que chegou a ser conhecido pela alcunha de "Rei do Aborto" por seu papel desempenhado na legalização do aborto nos Estados Unidos. Ele ajudou a criar a Liga Nacional de Ação pelo Direito ao Aborto (NARAL). E, na iminência da aprovação da lei, fundou o Centro de Saúde Reprodutiva e Sexual em Nova York, onde coordenava a equipe e ele mesmo realizava os abortos. Esta clínica era a maior de NY e a mais ativa. Em seguida, criou o departamento de Fetologia no Hospital São Lucas, onde foi nomeado diretor do serviço de obstetrícia.

O Dr. Nathanson chegou a afirmar ter feito pessoalmente mais de cinco mil abortos. Até que surgiu a ultrassonografia. O aparelho de ultrassom foi a peça decisiva na mudança de vida do médico que, de maior abortista americano, passou a ativista pró-vida.

O filme "O Grito Silencioso" retrata de maneira inequívoca o que o Dr. Bernard Nathanson enxergou no útero de sua paciente que o fez mudar radicalmente.
A mensagem que o filme "O Grito Silencioso" transmite é tão forte e profunda que houve muitos casos de ferrenhos abortistas que mudaram radicalmente de opinião após assisti-lo, o Dr. Nathanson foi apenas um deles. Ele também é uma importante ferramenta para impedir que novas vidas sejam ceifadas ainda no ventre materno. 


Se você conhece alguém que esteja pensando ou que tenha resolvido abortar, mostre esse filme a ela.
 
Finalmente, lançamos uma pergunta a todos aqueles que são favoráveis ao aborto, mesmo em casos isolados: depois de assistir ao filme, você ainda continua a favor do aborto?

Extraído de padrepauloricardo.org

Hiperssexualização de Crianças com apoio do MEC. Lamentável!!!

Os alunos da 4ª série do ensino fundamental da Escola Municipal Domingos José Diniz Costa Belém, Contagem/MG, tiveram de responder perguntas sobre posições sexuais, como sexo grupal e anal, e homossexualismo. Isso é o que querem ensinar aos nossos filhos nas escolas. Por isso os gays querem tanto que o Pastor Marco Feliciano saia e tb querem eleger mais ativistas gays. Vigiem nas próximas eleições.






Preconceito

 Por Bruno Mourão
Hoje em dia se vê com certa frequencia o uso da palavra "preconceito" de forma pejorativa, mas nem sempre foi assim.
A análise etimológica do termo nos remete a: "pré" (antes) + "conceito" (definição, princípio), ou seja, uma correlação de conhecimento prévio ao objeto contemplado.

O termo "preconceito" hoje é utilizado como antagônico de um outro termo, muito virtuoso, chamado "princípios". Antigamente (época boa) se dizia que quem dinha moral ilibada, bons costumes e fazia bom uso da razão era uma pessoa "de princípios". Ou seja, era uma pessoa que tinha costumes, conduta e pensamento fundamentados em sólidas bases morais anteriores ao próprio sujeito e validadas bela sociadade como moralmente válidos (bons).

Este pequeno exemplo ilustra bem, na esfera micro, o que ocorre na esfera macro.
Ser preconceituoso hoje é um crime, uma leviandade muito séria, deveras abominável. Mas quando um indivíduo é chamado de preconceituoso, e analisamos o caso concreto, não por acaso percebemos que, na verdade, o sujeito está sendo condenado por ter opinião formada sobre tal e qual assunto e, com mais frequencia ainda, essa opinião formada vai de encontro à moda secular institucionalizada pelos militantes revolucionários que desejam um mundo sem pecado, sem culpa, sem uma autoridade moral, sem Deus. Querem um mundo à sua imagem e semelhança e projetam a sua própria intolerância com a Verdade nas palavras sinceras de alguém que diverge.

Este fenômeno também ocorre, com ainda mais frequencia, com o termo "absurdo". Absurdo, no vocabulário do marxismo cultural revolucionário, significa: "Incompatível com a revolução". Mas também é possível encontrar o Zé Povinho usando o termo de forma parecida. Quando o Fulano diz: "Isto é um absurdo!", na verdade ele quer dizer: "Eu não concordo com isso, pois não está de acordo com a imagem que eu quero que a realidade tenha. Portanto, está errado!" 

Isto significa que o monstro criou vida própria. Chegamos a um ponto em que não se faz mais força para criar tal confusão semântica. O caos corre nas artérias das relações sociais como células doentes se alastram, sem serem reconhecidas como tal, até formarem um câncer.

Outros "cânceres" são gerados a cada dia, caindo no léxico popular como verdades incontestáveis: "homofobia", "tal coisa é crime" (sem estar na lei), "meu corpo, minha decisão", "intolerantes", "presidenta", etc.

Ingenuidade achar que isso acontece por mero acaso ou um descuido irrelevante com a língua portuguesa. Mecanismos subliminares estão sendo aplicados neste caso. Existe toda uma engenharia social que pretende subverter, diria até inverter, os costumes (antigamente chamados de "bons" costumes) da sociedade ocidental, gerando o caos necessário para a justificação e implementação de uma Nova Ordem Mundial.

Alguém diria sobre tudo isso: "Ah, isso é "teoria da conspiração". Não seja louco! kkkk". Mas vejam, é justamente o mesmo fenômeno: não se admite a possibilidade de uma conspiração global, pelo simples fato de a doxa (opinião geral) não admitir tal hipótese. E o único "argumento" é a ridicularização de quem se atreve a ter uma opinião formada.

O que resta a nós "preconceituosos" e "homofóbicos", que postulamos o "absurdo" de não aceitarmos como normal uma sociedade que em nada se assemelha com a tradicional moral judaico-cristã, que por séculos forjou o caráter de tantos homens, mulheres e gênios ao longo da história?

Brace yourselves, brothers.
Winter has come already.

sábado, 6 de abril de 2013

O mundo de cabeça para baixo!


MADRI, 05 Abr. 13 / 02:06 pm (ACI/EWTN Noticias).- Em uma decisão controvertida, um Tribunal de recurso na Holanda aprovou a existência de uma associação de pedófilos, que, em primeira instância, havia sido dissolvido no ano passado, considerando que esta não seria "uma ameaça para a desintegração da sociedade".

De acordo com o jornal ABC de Madri, a associação Martijn, que defende o sexo consensual entre crianças e adultos, poderá continuar suas funções, uma vez que o Tribunal de apelação de Arnhem, Leeuwarden, salientou que "o trabalho da associação é contrário à ordem pública, mas não há uma ameaça de desintegração da sociedade".

Apelando para a "liberdade de expressão", o Presidente da Associação Martijn Uittenbogaard, apelou a decisão de um tribunal em Assen, que ordenou a dissolução do grupo de pedófilos em junho de 2012.

Fundada em 1982, a associação Martijn, cuja sede era no distrito judicial de Arnhem, Leeuwarden, diz que ele é a favor da aceitação do sexo consentido entre adultos e crianças, mas indica que eles são contra qualquer tipo de abuso sexual.

O recurso levantado contra a associação afirmava que os antecedentes criminais de alguns membros do abuso sexual poderiam estar relacionados com a associação, mas que eles nunca haviam cometido um crime tipificado como pedofilia.

"O texto e imagens publicadas no site de Martijn são legais e nunca estimularam adultos a terem relações sexuais com crianças", acrescenta o Tribunal que proferiu a controvertida decisão.

O Tribunal porém assinalou que a associação é contrária a certos princípios da lei dos Países Baixos, porque "banaliza os perigos do contato sexual com crianças e fala bem destes contatos".

Por sua parte, o Presidente da associação, através de sua conta no Twitter, escreveu que "ainda existem sábios juízes, felizmente".

No dia 21 de novembro de 2011, o Tribunal de Leeuwarden rejeitou abrir um processo contra a associação. No entanto, o ex-presidente do mesma entidade, Ad van den Berg, foi condenado em 18 de outubro de 2011 na cidade de Haarlem a três anos de prisão, por posse de fotografias, filmes e revistas de pornografia infantil.

Fonte: ACI Digital